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Adoro a banda mexicana Camila (mesmo achando este nome meio estranho para um grupo de três homens). Conheci a música De Que Me Sirve La Vida (letra aqui) há pouco tempo – apesar de ter sido lançada em 2012 – e agora ela não sai do repeat. O clipe é bem fofo também. :)

Confira:

Beijoca.

Apaixonada pela voz do americano Anthony Hamilton e, principalmente, pela música Do You Feel Me? (letra aqui).

Enjoy! :)

Beijoca.

No começo da semana, o Movimento Palestina para Todos, organizou uma vigília pelos mortos em Gaza.

Foto: Aline Baker

Foto: Aline Baker

Na página do evento, dezenas de brasileiros chegaram para discutir com os participantes, em defesa de Israel, afirmando que o país só está se defendendo. Brasileiros defendendo Israel… Brasileiros que, teoricamente, não têm nada a ver com isso, defendendo um governo que comete CRIMES DE GUERRA, como o uso de fósforo branco.

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Fósforo branco

Brasileiros defendendo um lugar onde o seu povo leva sofá e pipoca para o morro para assistir às bombas caindo em Gaza.

Israel

Um lugar onde as crianças são educadas pelo ódio; onde, se você perguntar a uma delas o que ela quer ser quando crescer, ela responderá “quero matar árabes”.

israel kids israel kids israel kids israel kids

israel kids

Aqui está o vídeo:

Como? Como defender um povo que estimula o ódio nas crianças?

israel kids bombs

“From Israel with love” – crianças israelenses assinam os mísseis que serão jogados sobre Gaza, assim como fizeram na guerra contra o Líbano em 2006

Aproveitando que hoje é o #MandelaDay, relembremos uma de suas famosas citações: “ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar”. Mas não. Não existe amor no vocabulário dessa gente. A única coisa que as crianças israelenses aprendem é a odiar os árabes.

 

Atenção: não estou falando de religião aqui. Minha repulsa por Israel nada tem a ver com a religião judaica (quero deixar claro, já que venho falando sobre Palestina há tempos – e perdendo algumas “amizades”). E tenho visto muito judeu pró-Palestina – o que me deixa um tanto feliz. Estou falando de terrorismo mesmo.

Enquanto a imprensa manipuladora do Ocidente (como a nossa querida Rede Globo, que adora fazer a caveira do povo árabe) faz todo mundo acreditar que o culpado de tudo são os árabes e o Hamas – e que Israel está só se defendendo -, a verdade é que este é o grupo de defesa dos palestinos. “Ai, o Hamas mandou a população ser escudo humano blá blá blá”… A Palestina, diferente de Israel, não tem exército. A Palestina não tem armamento vindo do mundo inteiro. Gaza não tem exército, força aérea ou marinha. Israel é a quarta potência militar do mundo. Ué, o Brasil não pede que os jovens se alistem? O Hamas também pede que os palestinos defendam seu território e o seu povo. Que fique claro: o Hamas concorreu às eleições e venceu por maioria de votos – não são “terroristas assumindo o poder por conta própria”.

Além do mais, o terrorismo não é um ato árabe, como o mundo inteiro pensa (e a imprensa julga). O ataque indiscriminado a alvos civis para causar terror foi algo muito praticado pelos judeus entre 1910 e 1950. No entanto, enquanto movimentos populares, partidos políticos e grupos de resistência árabes são condenados por unanimidade pelas potências ocidentais, os movimentos terroristas judaicos (tratados na história hoje como heróis) tiveram total apoio dos Estados Unidos e do Reino Unido com armas, logística e equipamentos. Apoio, aliás, que os governantes israelenses violadores dos Direitos Humanos atuais também possuem.

israel palestina

Outra prática vergonhosa e muito utilizada por Israel e outras potências imperialistas são os auto-atentados, ou seja, provocar ou simular um incidente para que ele seja utilizado como justificativa para ataques a outras nações ou grupos. Esta tática para garantir apoio popular local e internacional foi muito utilizada na história deste país. Basta lembrar do caso de 2006, onde foi divulgado que um “cidadão israelense”, Gilad Shalit, havia sido sequestrado pelos terroristas do Hamas na Faixa de Gaza, dando início à Guerra em que Israel matou milhares de civis, tomou diversos territórios palestinos na Cisjordânia e tentou tomar o Líbano! Depois não tiveram como esconder o fato de que Gilad Shalit era um soldado israelense, infiltrado no território palestino para espionar e divulgar a localização de lideranças do Hamas (partido eleito democraticamente para o governo da Faixa de Gaza) para bombardeio às suas casas posteriormente. (Thiago Ávila)

Agora preste a atenção:

Além do bloqueio marítimo, Gaza sofre também bloqueio aéreo, terrestre e econômico. A região tem seus recursos naturais (como 75% da água) usurpados. Diversas entidades de defesa dos direitos humanos qualificam o bloqueio à Faixa de Gaza como “desumano” e “cruel”. A Anistia Internacional chamou o bloqueio de “punição coletiva”, que resulta em uma “crise humanitária“.

Nessas condições, a maior parte dos especialistas em direito internacional julga legítimo para um povo defender-se inclusive com o uso da força, de acordo com a resolução 478 do Conselho de Segurança da ONU. A resistência à ocupação é permitida pelo direito internacional. A ocupação de Israel, o cerco e a punição coletiva de Gaza, não. Os palestinos NÃO TÊM os mesmos direitos que os judeus em Israel, o que fere o princípio democrático da igualdade. Você acha esta guerra justa?

Os habitantes de Gaza vivem, em média, pior do que viviam na década de 1990. Vinte e um por cento estão em profunda pobreza, em comparação com 7,8% na Cisjordânia. A taxa de desemprego é de 40,8%, significativamente maior do que na Cisjordânia. Particularmente preocupante é a alta taxa de desemprego entre os jovens, que passa de 50% em Gaza. [...] Os cortes de energia são uma ocorrência diária em Gaza. O território recebe a maior parte de sua energia de Israel. Há também a produção da única usina elétrica de Gaza e uma pequena quantidade do Egito. No entanto, isso é menos do que suas necessidades atuais. [...] Cerca de 340 mil pessoas na Faixa de Gaza foram obrigadas a consumir água potável de qualidade inaceitável em 2013, segundo a ONU. Fonte: BBC

Além disso, repito, Israel comete reiteradamente crimes de guerra, como o uso de fósforo branco, condenado pela convenção de Genebra, porque sua ação é imprecisa (atingindo civis) e provoca sofrimento inominável em suas vítimas (que são queimadas vivas). Israel também utilizou munições “cluster” (“de fragmentação”) que potencializam o número de mortes e não possuem precisão. Essas ações são CRIMES DE GUERRA contra civis, CRIMES CONTRA A HUMANIDADE, e poderiam muito bem ser denominadas de “ações terroristas”. O ataque começou porque o Hamas se aliou ao governo de unidade palestino (formalizando uma aliança com o Fatah).

Hoje, o Hamas já aceitou negociar nos termos propostos pela ONU. É Israel quem se recusa, por querer manter os territórios ocupados. O Hamas não aceita a legitimidade de Israel (e isso não é condição para a paz), mas aceitaria a existência de Israel, desde que as fronteiras de 67 fossem respeitadas. Israel nunca deixou de avançar sobre a Palestina, mas as pessoas cegas e manipuladas ainda insistem em dizer que Israel está só “defendendo seu território”. AVANÇAR não é defender.

israel palestina map

Entenda:

A região da Palestina, que fora ocupada pelos árabes a partir de 636 e incorporada pelo Império Turco-Otomano em 1517, ficou sob o controle do Reino Unido em 1917, após a 1ª Guerra Mundial. Posteriormente, cresceu tanto a imigração judaica à região (estimulada pela perseguição nazista na Europa e pelo movimento sionista) quanto a insatisfação árabe pelo domínio britânico. Após a 2ª Guerra, a ONU aprovou, em 1947, a partilha da Palestina em dois Estados, um judeu e um árabe, plano rejeitado pelos árabes.

Após guerra entre 1948 e 1949, Israel passou a ocupar 77% da Palestina, e o Egito assumiu o controle de Gaza. Mas o território costeiro foi capturado por Israel durante a Guerra dos Seis Dias de 1967.

Em 2005, Israel retirou dali suas tropas e cerca de 7 mil colonos.

Um ano depois, o grupo militante islâmico Hamas venceu as eleições legislativas palestinas. Ele governou Gaza de 2007 a 2014 após uma disputa violenta com a facção rival Fatah, do presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas.

Quando o Hamas assumiu o poder em Gaza, Israel rapidamente impôs um bloqueio ao território, restringindo a circulação de mercadorias e pessoas. O Egito bloqueou a fronteira sul de Gaza. Fonte: BBC

Gaza

Além do mais, pedir para que os palestinos deixem suas casas não adianta nada. Para onde eles vão fugir?

 

muro palestina

E matar crianças é realmente se defender? É acabar com o “terrorismo árabe”? Vidas não são números. Vidas são vidas. E já se foram 294 vidas palestinas até agora, durante este genocídio.

gaza kids

Finalizo este post com um pedido: assista ao documentário “Cinco Câmeras Quebradas” e entendam como é a vida de um palestino:

E se você, defensor dos terroristas israelenses vier me atormentar aqui, saiba que vou ignorá-lo. :)

Defender a Palestina não significa que sou anti-semita. Significa que sou humana.

mandela palestinaObrigada.

Naomi Wachira cresceu no Quênia, mas vive em Seattle, nos Estados Unidos.

Nomeada a melhor cantora Folk pela Seattle Weekly, Naomi mostra a música africana feita para o mundo ocidental.

Confira African Girl, de seu primeiro disco, lançado no ano passado:

Viciei! <3

“Recebi um dom e o vos ofereço”

voice3

Você deve ter acompanhado (bombou na web. Hahah), a passagem da freirinha Cristina Scuccia, de 25 anos, pelo The Voice Itália. Se não acompanhou, confira como foi o blind audition dela:

O júri, composto por J-Ax, Noemi, Piero Pelù e Raffaella Carrà, ficou boquiaberto ao girar a cadeira e ter diante dos olhos uma freira. Além de vários elogios, o júri questionou sua decisão de participar do The Voice. J-Ax, aquele que foi escolhido pela Irmã Cristina para acompanhá-la na competição, se emocionou verdadeiramente ao ver a ousadia da irmã.

“Mas o que você acha que o Vaticano dirá por você ter se apresentado noThe Voice?”, indagou Raffaella Carrà.

“Olha, eu não sei, espero um telefonema do Papa Francisco de saudação. Ele nos convida a sair, evangelizar, a dizer que Deus não nos tira nada, pelo contrário, nos dá ainda mais. Eu estou aqui por isso”, disse a Irmã Cristina. (Aleteia)

Por que ela escolheu J-Ax?

Irmã Cristina escolheu como mentor o rapper J-Ax, conhecido na Itália pelo seu contato com as drogas (a música que o consagrou, “Ohi Maria”, pede a liberação e legalização da maconha) e pelo seu anticlericalismo. “Eu o escolhi porque sou muito consciente de que o Papa Francisco nos pediu para ir às periferias, e J-Ax, mais que os outros, é precisamente alguém que está orgulhoso de vir da periferia, de falar com a linguagem das pessoas da periferia.” (Aleteia)

Durante o programa, uma das apresentações mais lindas da religiosa, na minha opinião, foi com a música “Uno Su Mile”:

E ela cantou até Bon Jovi! Olha só:

E “Time of My Life”:

Ontem foi a final do programa. E adivinhe só! Ela venceu com 62,30% dos votos e convidou todos a rezarem o Pai-Nosso com ela, em agradecimento Àquele que a ajudou do Alto (minuto 05:15):

Para J-Ax, “foi uma experiência extraordinária. O meu conselho é que você possa mudar as coisas e dar um exemplo aqui fora. Digo isso como ateu”.

Ao final, ela se apresentou ao lado de seu técnico que, no início do programa, disse:  “Eu sou o diabo e você é a água-benta”, justificando seu pedido para a freira escolhê-lo.

“Se eu tivesse conhecido você quando ia à missa de pequeno, hoje seria Papa, porque teria continuado a frequentar”, completou ele. “Bem, nos conhecemos agora”, respondeu ela.

Merecido!

E que sirva de exemplo. “Comunicar o Evangelho hoje é, acima de tudo, comunicar alegria, mostrar que Jesus não tira nada de você, e sim que quer lhe dar mais. Acho que isso é o mais belo que precisa ser transmitido” (Pe. Raffaelle). <3

Vale a pena conhecer a história da Irmã Cristina aqui.

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O Horas da Vida realizará, pela terceira vez, o Mutirão Oftalmológico Enxerga São Paulo. O evento acontecerá no dia 22 de março, no bairro do Campo Belo. A iniciativa terá a participação do Lar Sírio, Unibes e Associação Santo Agostinho e conta com as parcerias da Clínica de Olhos Abucham, que fornecerá os equipamentos para testes, Óticas Carol –  doação de óculos, e a Danone, com a oferta de lanche a quem aguarda atendimento.

A iniciativa tem o objetivo de atender o maior número de pacientes cadastrados nas instituições parceiras. As primeiras edições foram voltadas para a área oftalmológica, porém, em um futuro próximo, Dr. João Paulo Nogueira Ribeiro, criador do Horas da Vida, busca expandir as áreas e regiões do evento.

O 2º Mutirão Enxerga São Paulo contou com a participação do Lar Sírio, Unibes e Fundação Bachiana e atendeu o dobro de pacientes da primeira edição. Os atendimentos foram realizados pelo Dr. Sidney (meu Oftalmo! :D) e Júlio Abucham, com a ajuda dos voluntários do Horas da Vida e APFCC (Associação Paulista de Combate ao Câncer).

“Fiquei muito feliz com a realização do evento. Pude ver que estamos nos organizando cada vez mais e aprimorando o nosso atendimento. Foi muito gratificante ver a felicidade dos pacientes. Agradeço muito a todas as parcerias e os voluntários. O sucesso dos Mutirões e do Horas da Vida me deixa muito satisfeito e animado para promover mais ações em outras áreas da saúde ” declara Dr. João Paulo.

No Mutirão serão feitos os exames de acuidade visual, teste de desvio ocular e refrator automático. Quem apresentar alteração será encaminhado para a próxima etapa, com exames de dilatação das pupilas, grau dos óculos e fundo de olho. A triagem será realizada pelos profissionais do Horas da Vida e contará com o suporte de voluntários treinados e auxiliados pela Clínica de Olhos Abucham.

Está em cartaz, de 3 a 9 de fevereiro, no Centro Cultural Banco do Brasil, em São Paulo, o documentário Nem Sempre Me Vesti Assim, da diretora brasileira Betty Martins.

A ideia do filme surgiu a partir da experiência pessoal da diretora, que viveu 9 anos na Inglaterra e vivenciou o fenômeno do crescimento do uso do véu entre as mulheres, bem como os estereótipos negativos veiculados pela mídia, pela sociedade e por instituições políticas.

O documentário apresenta três mulheres muçulmanas de diferentes etnias que vivem no Reino Unido e que escolheram usar o véu, como um processo íntimo, concedendo a ele uma perspectiva crítica e particular.

O véu é um item que instiga sentimentos controversos e profundos. Seu uso e significado foi bem explorado durante a história. As mulheres muçulmanas que escolhem colocar o véu fazem parte de um fenômeno crescente. Olhando através de uma ótica ocidental, a pergunta que as pessoas fariam é: “Em um país livre, por que mulheres estão escolhendo usar o véu?”

De uma forma íntima e meditativa, essas mulheres muçulmanas refletem sobre questões relativas à memória cultural, identidade, censura, feminismo, política e mídia. Com um olhar voltado para o lado pessoal e experimental do uso do véu, este documentário é capaz de levantar questões e refletir sobre o tema enquanto desafia a percepção dos espectadores.

Vale a pena conferir! ;)

Serviço:

Centro Cultural Banco do Brasil – São Paulo

Rua Álvares Penteado, 112 – Centro

CEP: 01012-000 | São Paulo (SP)

(11) 3113-3651/3652

3 de fevereiro – 20h (exibição e debate)

5 a 9 de fevereiro – 12h30

website: d-aep.org/portfolio/i-wasn´t-always-dressed-like-this/

 

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