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E o Rio de Janeiro…

… Não só continua lindo como continua sendo um dos meus lugares favoritos. É incrível como me acontecem tantas coisas boas naquele lugar (como eu já disse aqui, aqui e aqui)!

Esta foi a primeira vez que fui ao Rio de Janeiro depois do falecimento do Fabio Sabag. Cheguei triste… Senti que nada ali faria mais sentido para mim. Eu sonhava em me mudar para lá porque queria estar perto do meu avô postiço e, agora que ele não está mais lá, eu não teria mais motivos. Chorei na sexta-feira, quando passei em frente ao seu apartamento em Copacabana, mas acho que ele está mais próximo de mim agora.

Encontrar um Hostel pra ficar foi um “parto”. Passei por quatro, liguei para mais dois e todos estavam lotados! Graças ao Twitter (de novo!) consegui encontrar o Brother’s Hostel, em Botafogo, que meus seguidores queridos me indicaram. Naquela tarde, fui até o shopping encontrar a Deds que, até então, era só amiga virtual (hahaha). Em meia hora de conversa já viramos BFF, contando causos e babados secretos.

Deds e eu

Então, o Gilson, de Recife, que escreve comigo no Diário de Solteiro, chegou para nos fazer companhia. Mais tarde, o Bruno Dulcetti, que também escreve no Dds, se juntou a nós.

Eu, Dulcetti e Gilson

Fomos para o boteco na frente do hostel e lá eu conheci o Edu, com quem eu também só trocava tweets. Tomamos algumas e lá pela 1h da madruga fui dormir. Eu estava esgotada da viagem e da peregrinação pelos albergues do Rio (além de bêbada!).

No sábado, eu e o Gilson demos um pulo no Arpoador (porque eu amo aquele lugar!) e, como caiu o maior toró, ficamos num quiosque em Ipanema.

Arpoador

Arpoador

Então, sem querer, encontramos a Ana e sua prima Rafa, que se juntaram a nós na “águinha” de coco. Aí, minha amiga virtual de Fotolog (Hahaha, desde 2004?), a Bruna Tau, chegou. Caraca! Finalmente nos conhecemos!

Eu e a Bru

Caminhamos horrores (o suficiente pra eu ficar com os ombros vermelhíssimos do sol) até encontrarmos um lugar para almoçar e fomos para o Hostel Cultura Carioca, já que no Brother’s só tinha vaga para dois. Nos arrumamos e a Deds foi nos buscar para fazermos um tour pela Lapa. Eu só conhecia o Circo Voador e, dessa vez, pude conhecer o que é a Lapa de verdade — e amei!

Fomos todos para o Rio Scenarium, uma balada incrível, com show de samba (as Mulheres de Chico tocaram no dia), forró, chorinho e pop rock nacional. Apesar de cansativa, a fila foi master divertida — esperamos três horas para entrar na casa, mas demos muita risada.

Edu, eu, Ana, Deds e Gilson na fila do Rio Scenarium

A balada foi perfeita! Dançamos, bebemos e rimos até altas horas.

No domingo, o Gilson partiu pra visitar um amigo e eu fui visitar minha família na Barra da Tijuca.

E o Gilson me abandonou...

No fim do dia, fui com a Deds e com o Edu tomar umas caipirinhas (ai, de lichia, amo!) no Belmonte, no Flamengo.

Edu, eu e Deds botecando

Na segunda-feira, me encontrei com os dois de novo para um almocinho de despedida. No estilo de vida saudável carioca (que eu, paulista, invejo), comemos uma saladinha (delícia) no Gula-Gula.

No Gula-Gula

E chegou a hora de partir… Gentis como eles só, me levaram até o aeroporto — e ainda tiveram de encarar o maior trânsito no caminho!

Tchau pra Deds =(

Tchau pro Edu =(

E tchau pro Rio =(

A viagem foi incrível! Conheci pessoas maravilhosas e minha vontade de me mudar para o Rio voltou com toda a força. Agradeço a todos os meus “amigos virtuais” que se tornaram “reais” e, principalmente à Deds e ao Edu, que foram “guias turísticos” perfeitos e companhias agradabilíssimas! Obrigada, meus queridos! Todos vocês têm agora um lugarzinho só de vocês em meu coração… pra sempre!

Até breve!

“Em cada um de nós, há um pouco de todos nós”

Ontem eu tive um dia maravilhoso!

Fui convidada para passar um dia de mulherzinha no Enjoy Hair & Body, com @acacialima, @tideinha, @gil__bastos, @camilacasemiro e @anagomes13, fofocando e nos embelezando.

Varanda do Enjoy Hair & Body - ambiente aconchegante

Varanda do Enjoy Hair & Body - ambiente aconchegante

No “Fofoca no Enjoy”, fomos recebidas com prosecco (phyno!), falamos sobre os prós e contras de ir ao salão de beleza, os motivos pelos quais trocamos de cabeleireiro, as melhores cores de esmalte, cortes de cabelo… Assuntos muito intectuais (hehehe), que toda mulher a-do-ra!

Um brinde à fofoquinha!

Um brinde à fofoquinha!

Então, fizemos mãos, pés…

Mãos prontas com esmalte Givenchy (phyno!)

Mãos prontas com esmalte Givenchy (phyno!)

Pés "em construção"

Pés "em construção"

Eu sou muito chata com essas coisas… Tenho um ciúme enorme das minhas unhas das mãos e não deixo qualquer pessoa “brincar” com elas, não! Mas vou dizer uma coisa: ficaram perfeitas! Do jeitinho que eu gosto! Ponto para o Enjoy!

Além disso, eu reparo muito na esterilização dos instrumentos e no modo como todo o material é higienizado. Mais um ponto para o Enjoy! Todas as manicures/pedicures usam luvas descartáveis e alicates esterilizados. Outra coisa que me conquistou: elas colocam luvinhas de creme em nossas mãos e pés (não precisamos deixar os dedos enrugando dentro d’água!) e, depois, fazem uma massagem maravilhosa!

Então, fizemos nossos cabelitos…

Um dos meus momentos favoritos em um salão

Um dos meus momentos favoritos em um salão

Dona Florinda?

Dona Florinda?

Como, saindo dali, eu ia para o casamento da minha amigona Cíntia, os cabeleireiros fizeram um penteado de festa em mim. Penteado chique mesmo, sabe? Nada de cachinhos caindo no rosto ou cabelos presos em “banana”.

Primeiro levantaram toda a minha juba com laquê e fiquei com um cabelón a la Wanessa Camargo no Hair Fashion Show.

Tudo isso para dar volume ao topetão que fizeram no meu cabelito. Eu jurava que, com este corte Chanel que eu estou usando, não daria para fazer nada de diferente e estava quase deprimida por pensar em ir ao casamento de cabelo solto. Mas… Mais um ponto para o Enjoy!

Parece até que meu cabelo cresceu e, na festa, me perguntaram se eu estava usando um “apliquezinho”. Que nada!

Penteado pronto - cabelo de ryca

Penteado pronto - cabelo de ryca

Adorei! E o que mais me impressionou foi a agilidade e rapidez dos profissionais. Pra quem quer um trabalho perfeito e não pode perder horas e horas em um salão, o Enjoy é o lugar ideal. Além disso, fui muito bem atendida (ai, me senti super VIP!) e fiquei super a vontade. O ambiente é uma delícia (sentei na varanda e saboreei um empanado de cogumelos que… hummm! Fica a dica!) e super aconchegante, e todos são muito educados, gentis e simpáticos! Com certeza voltarei no Enjoy. Provei, aprovei e indico!

Em casa, coloquei meu vestido novo (um longo-preto-básico), me maquiei e fui com o meu amigo-lindo-do-coração, o Joaquim, para a Igreja Nossa Senhora Achiropita, celebrar o casamento da Cíntia com o Thiago.

Eu e Jocans no casamento

Eu e Jocans no casamento

Eu e a noiva

Eu e a noiva

Get Along Gang - a nossa turma eterna

Get Along Gang - a nossa turma eterna

Foi ótimo rever meus amigos da faculdade (que são minha “tchurminha” até hoje) e presenciar uma festa tão linda!

Obrigada à toda equipe do Enjoy, que fez com que eu me sentisse linda até a hora de dormir — é… porque acordar de ressaca não é tão bonito, néam?! Hahahaha.

Serviço:

O Enjoy Hair & Body fica na Rua Benedito Lapin, número 200, no bairro do Itaim, em São Paulo.

Acesse o site www.enjoystudio.com.br e marque seu horário online!

Ah! E siga o Enjoy no Twitter!

Era 1993 e eu era só uma criança que sonhava com contos de fadas.

Nessa época, meus pais eram separados e eu morava com a minha mãe.

Foi ela quem me ensinou a sonhar e a amar sem limites. E era assim que ela agia.

Mamãe estava namorando o Victor. Um homem lindo, alto, elegante, charmoso… Às sextas-feiras, depois do trabalho, ele ia à nossa casa, ainda vestido de terno e gravata, carregando um violão. Victor sentava-se no sofá, tocava e cantava “Você é Linda”, do Caetano Veloso, para a mamãe. Eu me lembro de ficar sentada no cantinho do tapete, admirando os olhares apaixonados que os dois trocavam.

Enquanto ele dizia “Linda… e sabe viver. Você me faz feliz…”, mamãe abaixava o rosto num sorriso tímido. E eu observava.

Éramos muito amigas. Sempre compartilhávamos segredos e confissões.

– “Mamãe, quando eu crescer quero me apaixonar como você”

Em uma noite qualquer, Victor apareceu acompanhado de seu irmão mais novo — bem mais novo, por sinal. Após o jantar, Victor cantou a música da mamãe e seu irmão, percebendo minha carinha de sonhadora, tomou o violão, tocou e cantou pra mim:

“Menina… Que um dia eu conheci criança, me aparece assim de repente… Linda, virou mulher. Menina… Como pude te amar agora? Te carreguei no colo, menina, cantei pra ti dormir… Lembro a menina feia, tão acanhada e de pé no chão. Hoje maliciosa, guarda segredo em seu coração… Seu coração… Menina… Que tantas vezes fiz chorar, achando graça quando ela dizia ‘quando crescer vou casar com você’. Menina… Como pude te amar agora? Te carreguei no colo, menina, cantei pra ti dormir…”

Naquele momento, eu senti que “Menina” seria a MINHA música. Para sempre.

–Viu, filha? Agora você tem uma música, como eu também tenho a minha.

E foi aí que descobri Netinho.

Netinho

Mamãe me deu de presente o CD “Um Beijo Pra Você”, que foi o primeiro CD que tive na vida. Agora eu já era fã de Netinho e não tirava o disco do aparelho de som. Eu visualizava cada palavra dele… e imaginava… e sonhava… Olhava para o encarte do CD e dizia “Quando crescer vou casar com você…”.

Fechada em meu quarto, eu cantava, com a escova de cabelos como microfone, e dançava “Total” e “Capricho dos deuses”, imaginando-me estrela de seu clipe ou dançarina de seu show.

Em 1995, mamãe me presenteou com “Nada Vai Nos Separar” e eu me apaixonei pela música “Gostoso Demais”.

Neste mesmo ano, mamãe faleceu.

Parei de escutar “Menina”, pois ficava aos prantos ao lembrar-me das sextas-feiras em que ela sorria ao ouvir o violão de Victor.

Até hoje, quando ouço Netinho, lembro-me de nós duas, ouvindo suas músicas no carro, na fita-cassete gravada.

Quem continuou a me presentear com os CDs do Netinho foi meu pai. Em 1996, ganhei “Netinho Ao Vivo” e virei fã do carnaval. Eu e minhas amiguinhas inventávamos coreografias para todas as músicas daquele CD e passávamos as tardes inteiras dançando, depois do colégio.

Papai, então, me levou para ver o Netinho de perto pela primeira vez, no CarnaSampa (um carnaval fora de época que rolava em São Paulo).

Nunca me esqueci daquela cena: papai me carregava no ombro e Netinho, de cima do trio,  acenou para mim justamente enquanto cantava “Menina”. Naquele momento, deixei as lágrimas rolarem de saudade da mamãe. Papai me tirou do ombro, me abraçou e disse:

– Tenho certeza de que ela está aqui com a gente!

Contei toda essa história para dar uma explicação aos meus seguidores no Twitter, que acompanharam minha alegria ao trocar tweets com Netinho.

Nunca fui uma fã histérica, nunca dormi em filas de shows, nunca participei do Fã Clube, nunca fiz loucuras para entrar num camarim e nunca gritei, berrei ou chorei ao vê-lo de perto.

Meu amor por Netinho está guardado aqui dentro do meu coração, como parte da minha história, parte dos meus sonhos de criança… E só tenho a agradecê-lo por ter me proporcionado momentos incríveis ao lado de minha mãe, que me serão inesquecíveis até o meu último dia.

Obrigada, Netinho!

Dani Koetz, Mafrinha, Samuel, Thiago, Mafra e eu fomos convidados para integrar o elenco de apoio (leia-se figuração) do filme baseado no livro de Bruna Surfistinha, que será interpretada pela atriz Deborah Secco.

O Doce Veneno das Blogueiras

O Doce Veneno das Blogueiras

Para quem não conhece, Bruna Surfistinha (pseudônimo de Raquel Pacheco), é uma ex-prostituta que ficou famosa por narrar, em um blog, suas experiências com seus clientes e, depois, por publicar o livro best seller no Brasil, “O Doce Veneno do Escorpião — O Diário de uma Garota de Programa”.

Gravamos algumas cenas na buatchy Love Story (A casa de todas as casas!), no domingo, dia 11 de outubro. Chegamos lá às 17h e só fomos embora às 4h30 do dia seguinte. Foi cansativo, sim. Mas foi divertidíssimo!

Nós, meninas, nos vestimos de putas mulheres da vida e dançamos “sem pudor” (como nos mandava a direção). Aí que, do além, me mandaram dançar no “queijo” (aqueles palquinhos redondinhos). Tá, realizei uma vontade, mas me deu uma vergonha enorme!

Para quem não sabe, quando se grava uma cena (onde os atores dialogam), é preciso silêncio total — obviamente, sem música. E essa foi a parte mais engraçada: dançar, se descabelar, se jogar, se acabar… sem som algum. A Mafrinha disse tudo: “Dá vontade de brincar de estátua”. Sim, porque eles colocavam só um trechinho da música, antes do diretor gritar “ação”, para sabermos que ritmo tínhamos de acompanhar, e depois desligavam tudo.

Foi muito legal poder acompanhar os bastidores de um filme de verdade e ver o trabalhão que dá. Cada detalhe da produção merece parabéns (até o suor das garrafas de bebida ficaram incríveis!).

Apesar de eu achar que a Deborah Secco não se parece em nada com a Bruna Surfistinha, achei a atuação ótima. Ela realmente incorporou a personagem (inclusive nos intervalos das gravações!). Arrasou no figurino e no cabelo loiríssimo!

Agora é esperar para ver o resultado!

Enquanto isso, na sala de espera…

Beijos,

Lu

#TwitterTrash

É amanhã!!!

#twittertrash

Eu e @metheoro organizamos uma super festa na @trash80s (minha balada preferida, como vocês sabem). E vocês estão convidadíssimos!

O que é:

No dia 18/9 os usuários do Twitter vão relembrar o que foi trash na década de 80.

Quando vai ser?

Na sexta-feira, dia 18/9. Durante o dia, aqui na internet, e a noite, na festa Trash 80’s.

Como participo:

Basta usar a hashtag #twittertrash junto com @trash80s durante o dia até as 18h.

A hashtag #twittertrash poderá ser utilizada com uma gíria da década de 80, uma frase marcante ou com um trecho de música.

Por exemplo:

@trash80s “Foi assim, eu fui com tudo acreditei em mim.” #twittertrash

O que eu ganho com isso?

O #twittertrash é uma brincadeira, você participa se tiver vontade e como quiser.

Vamos marcar o nome de todos os usuários que participarem do #twittertrash até as 18h. Esses usuários concorrem a prêmios da Trash 80’s e Music Brokers durante a festa.

E vai ter festa?

Claro que vai, a festa vai rolar solta na Trash Benê com o #twittertrash. Escolhemos um dia em que cobramos o menor preço e ainda ajudamos a Casa de Apoio Brenda Lee. Confira abaixo tudo sobre a festa:

Sex – 18/9 – Trash 80’s – Trash Benê – #twittertrash

DJ convidado: Beto Marden (SBT)

Entidade beneficiada: Casa de Apoio Brenda Lee

Onde: Clube Caravaggio – Rua Álvaro de Carvalho, 40, Centro – São Paulo

Quanto: R$ 30. Com reserva ou flyer impresso do site, R$ 25 até a 1h.

DESCONTO: Ajude a Casa de Apoio Brenda Lee, leve produtos da lista de necessidades abaixo até a 1h e ganhe desconto de 50% na entrada.

Lista de Necessidades: Casa de Apoio Brenda Lee

Alimentos

Leite Condensado

Leite de Coco

Óleo Vegetal

Café

Temperos Variados como orégano, pimenta, salsa, etc.

Coco ralado

Maizena

Carne

Arroz

Feijão

Farinha de trigo

Limpeza

Veja Multiuso

Luva térmica

Luva para limpeza

Sabão em pó

Utensílios

Papel Aluminio

Papel PVC

Copo descartável grande

Copo descartável pequeno

Papel Toalha

Hoje eu, a Camilla Conde e a Priscila Severo estreamos um novo blog.

A Melhor das Intenções” vai reunir histórias cômicas (ou não) de relacionamentos que não deram certo por nossa culpa… Sim, finalmente admitimos! hahahaha

Não deixe de conferir! http://amelhordasintencoes.wordpress.com/

Beijos!

Demorei muito pra voltar, eu sei…

Acontece que eu ainda não aprendi a separar as coisas. Se algo me machuca, é preciso um tempo para que as feridas se fechem e as cicatrizes se formem.

Pra variar um pouco, me desiludi com algumas pessoas. Acho que sou boa demais e acredito que maldade só existe em novela… Burrice!

Mas já estou bem… Com uma cicatriz a mais, uma experiência a mais e, quem sabe, um novo jeito de encarar a lealdade dos outros. Confiar menos é o que eu preciso fazer. Acreditar menos no que dizem também. Ah, e me entregar menos, claro!

Recebi este e-mail do me avô.

Fiquei comovida e resolvi compartilhar.

“Não gosto dos sem terra. Dizem que isto é ser reacionário, mas não gosto de vê-los invadindo fazendas, parando estradas, ocupando linhas de trens, quebrando repartições públicas, tentando parar o lento progresso do Brasil.

Estou velho.

Não acredito em cotas para negros e índios. Dizem que sou racista. Mas para mim racista é quem julga negros e índios incapazes de competir com os brancos em pé de igualdade. Eu acho que a cor da pele não pode servir de pretexto para discriminar, mas também não devia ser fonte para privilégios imerecidos, provocando cenas ridículas de brancos  querendo se passar por negros.

Estou muito velho.

Não quero ouvir mais noticias de pessoas morrendo de dengue. Tapo os ouvidos e fecho os olhos, mas continuo a ouvir e ver. Não quero saber de crianças sendo arrastadas em carros por bandidos, ou de uma menininha jogada pela janela em plena flor de idade. Ou de meninos esquartejados pelos pais por serem ‘levados’… Meu coração não tem mais força para sentir emoções. Sinto-me mais velho que o Oscar Niemeyer. Ele, velho como é, ainda acredita em comunismo, coisa que deixou de existir.

Eu não acredito em nada.

Estou cansado de quererem me culpar por não ser pobre, por ter casa, carro, e outros bens, todos adquiridos com honestidade, por ser amado por minha mulher e filhos, assim como pelos meus amigos mais íntimos.

Nada mais me comove… Estou bem envelhecido. E acabo de cometer mais um erro! Descobri que ainda sou capaz de me comover e de me emocionar. O patriotismo de uma jovem de Joinville usando a letra do Hino Nacional para mostrar o seu amor pelo Brasil me comoveu.

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BrasilNa cidade de Joinville houve um concurso de redação na rede municipal de ensino. O título recomendado pela professora foi: ‘Dai pão a quem tem fome’. Incrível, mas o primeiro lugar foi conquistado por uma menina de apenas 14 anos de idade. E ela se inspirou exatamente na letra de nosso Hino Nacional para redigir um texto, que demonstra que os brasileiros verdes amarelos precisam perceber o verdadeiro sentido de patriotismo. Leiam o que escreveu essa jovem. É uma demonstração pura de amor à Pátria e uma lição a tantos brasileiros que já não sabem mais o que é este sentimento cívico.

‘Certa noite, ao entrar em minha sala de aula, vi num mapa-mundi, o nosso Brasil chorar: O que houve, meu Brasil brasileiro? Perguntei-lhe! E ele, espreguiçando-se em seu berço esplêndido, esparramado e verdejante sobre a América do Sul, respondeu chorando, com suas lágrimas amazônicas: Estou sofrendo. Vejam o que estão fazendo comigo…

Antes, os meus bosques tinham mais flores e meus seios mais amores.

Meu povo era heróico e os seus brados retumbantes. O sol da liberdade era mais fúlgido e brilhava no céu a todo instante. Onde anda a liberdade, onde estão os braços fortes?

Eu era a Pátria amada, idolatrada. Havia paz no futuro e glórias no passado. Nenhum filho meu fugia à luta. Eu era a terra adorada e dos filhos deste solo era a mãe gentil.

Eu era gigante pela própria natureza, que hoje devastam e queimam, sem nenhum homem de coragem que às margens plácidas de algum riachinho, tenha a coragem de gritar mais alto para libertar-me desses novos tiranos que ousam roubar o verde louro de minha flâmula.

Eu, não suportando as chorosas queixas do Brasil, fui para o jardim.

Era noite e pude ver a imagem do Cruzeiro que resplandece no lábaro que o nosso país ostenta estrelado. Pensei… Conseguiremos salvar esse país sem braços fortes? Pensei mais… Quem nos devolverá a grandeza que a Pátria nos traz?

Voltei à sala, mas encontrei o mapa silencioso e mudo, como uma criança dormindo em seu berço esplêndido.’

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Mesmo que ela seja o último brasileiro patriota, valeu a pena viver para ler o texto. Por isso estou enviando para você. Detesto correntes na Internet…..mas agora que me tornei um velho emocionado, vou romper com este hábito… De alguém que ama muito o Brasil.”

Há, no Brasil, 85 milhões de pessoas sozinhas, segundo o IBGE. Destas, 74 milhões são solteiros e 11 milhões separados, divorciados ou viúvos. 45% dos brasileiros entre 25 e 34 anos são solteiros ou separados.

E por que, sendo que a maioria dessas pessoas estão em busca de um amor?

É incompatibilidade de gênios? Falta de tempo? Inversão de prioridades? Individualidade? Medo de se relacionar? Ou não querer abrir mão de “cair na gandaia”?

Pode até ser tudo isso junto. Conheço dezenas de solteiros que dizem “namorar é muito chato, gosto mesmo é de sair com meus amigos” e, na mesma semana, falam que estão carentes, que não aguentam mais sofrer por causa de outras pessoas… São bipolares? Não… No fundo, todo mundo quer encontrar uma pessoa “compatível” e ser feliz — mesmo que o “compatível” seja alguém disposto a varar noites na balada.

E quando o Dia dos Namorados (12 de junho) se aproxima, a dor de cotovelo começa a incomodar. Parece que o universo conspira e, só porque você está sozinho, todo mundo está feliz da vida com seus respectivos amores.

Nos dias 15 e 18 de maio, aconteceu a passeata do “Movimento dos Sem Namorado”, no Rio de Janeiro e em São Paulo, respectivamente. Tentando arranjar um namorado antes do dia 12 de junho, os participantes foram criativos nas estratégias: carregavam faixas com dizeres como “Namoro Já!” e “Queremos namorar” e distribuíam bilhetes com números de telefones e cartões com mensagens românticas. Essa “campanha” até tem um site e um canal no Youtube.

Tudo bem que isso não passou de uma ação de marketing do Par Perfeito, um site de relacionamentos, que está no ar há quase 10 anos, mas muita gente que participou da passeata, levou o negócio a sério mesmo (Pudera! Foram mais de 3 mil pessoas só na capital paulista).

Outro dado interessante é que, em nosso país, os livros campeões de venda costumam ser os de autoajuda (em sua maioria, do tema “relacionamentos”). Ou seja, as pessoas querem mesmo encontrar alguém.

Há diversas festas pelo Brasil destinadas exclusivamente aos “avulsos” como, por exemplo, a Noite do Cupido, promovida pelo Terraço Itália, para os solteirões acima dos 35 anos.

Também há as viagens pensadas nesse público: muitas agências são especializadas no “turismo single” e programam “os melhores passeios para paquerar”. No site do IG Turismo, você pode encontrar a lista das 10 melhores praias para encontrar alguém legal. Não podemos nos esquecer dos Cruzeiros especiais para solteiros (a Rose Carneiro, do Diário de Solteiro, escreveu sobre esse tipo de viagem aqui), como o Carnival Cruises, que dura sete dias em passeios inesquecíveis pela Europa (O MSC Cruises também tem ótimas opções). Se quiser encontrar um Cruzeiro interessate para solteiros, pesquise no Decolar.com.

E você? Vai passar o Dia dos Namorados sozinho?

Depois de tantas dicas, espero que você saia das estatísticas do IBGE. Se não quiser, eu lhe pergunto: você prefere ficar solteiro? Por quê?

Beijos!

Neste sábado, 16 de maio, fui com o pessoal do Diário de Solteiro (@felipegomes, @formagio e @vivianemclean) curtir um dia de pura diversão no Hopi Hari, eleito o Melhor Parque Temático do Brasil, pelo prêmio O Melhor de Viagem e Turismo.

É claro que, na nossa idade, o pique já é outro. Eu não aguento mais que 4 atrações:  já fico acabada, passando mal. Mas nos divertimos horrores e rimos até a barriga doer.

@formagio, @vivianemclean, @felipegomes e @lucianasabbag na Roda Gigante

Às 18h começou o HopiNight, a super balada, inédita, com VJs, DJs, show de luzes, Go Go Dancers.

hopinightO evento, que acontece entre 1º e 31 de maio, tem tecnologia multimídia de última geração. Mistieri, uma das cinco regiões temáticas do parque, é invadida por todo mistério e magnetismo da história e da cultura Maia. Projeções gigantes, cerca de 35 metros de altura e com realismo impressionante, ganham as fachadas das atrações do parque. Deuses, templos, serpentes, pirâmides e símbolos deste povo que habitou a Península de Yucatán no México, por mais de 20 séculos, ganham vida por meio da altíssima tecnologia empregada na movimentação de imagens. Performances artísticas, trilha sonora e narração interagem com as figuras e levam o público a uma incrível viagem pelo tempo.

Hopi NightPara gerar as imagens que fazem parte das projeções, foi necessário o empenho de uma ampla equipe de VJs, designers, cineastas, editores, produtores e grupo focado no trabalho de pesquisa sobre o povo Maia. Tudo sob a tutela da Visual Farm, Centro de Desenvolvimento de Novas Linguagens Visuais.

Simultaneamente, em outra região do parque, Kaminda Mundi, acontece sob as 25 mil lâmpadas da Giranda Mundi – roda-gigante de 44 metros de altura – uma contagiante balada sob comando de DJs convidados. Ao som de muita música eletrônica, os visitantes conferem show de luzes, cenografia e personagens performáticos em meio a muita descontração e alegria.

Confira o vídeo que fiz da super balada:

Serviço:

HOPI NIGHT

Onde: Hopi Hari – Rod. dos Bandeirantes, km 72 – Vinhedo – São Paulo

Funcionamento:

MAIO – de sexta a domingo, das 11 às 21 horas.

Dias: 1, 2, 3, 8, 9, 10, 14, 16, 17, 23, 24, 29, 30 e 31.

Preço:

R$ 49,90 ou 3 parcelas de R$ 16,63** – antecipado

R$ 54,90 – bilheteria do parque

* Consulte o calendário no site oficial do parque (www.hopihari.com.br)

** Válido para parcelamento no cartão de crédito

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