… Não só continua lindo como continua sendo um dos meus lugares favoritos. É incrível como me acontecem tantas coisas boas naquele lugar (como eu já disse aqui, aqui e aqui)!
Esta foi a primeira vez que fui ao Rio de Janeiro depois do falecimento do Fabio Sabag. Cheguei triste… Senti que nada ali faria mais sentido para mim. Eu sonhava em me mudar para lá porque queria estar perto do meu avô postiço e, agora que ele não está mais lá, eu não teria mais motivos. Chorei na sexta-feira, quando passei em frente ao seu apartamento em Copacabana, mas acho que ele está mais próximo de mim agora.
Encontrar um Hostel pra ficar foi um “parto”. Passei por quatro, liguei para mais dois e todos estavam lotados! Graças ao Twitter (de novo!) consegui encontrar o Brother’s Hostel, em Botafogo, que meus seguidores queridos me indicaram. Naquela tarde, fui até o shopping encontrar a Deds que, até então, era só amiga virtual (hahaha). Em meia hora de conversa já viramos BFF, contando causos e babados secretos.

Deds e eu
Então, o Gilson, de Recife, que escreve comigo no Diário de Solteiro, chegou para nos fazer companhia. Mais tarde, o Bruno Dulcetti, que também escreve no Dds, se juntou a nós.

Eu, Dulcetti e Gilson
Fomos para o boteco na frente do hostel e lá eu conheci o Edu, com quem eu também só trocava tweets. Tomamos algumas e lá pela 1h da madruga fui dormir. Eu estava esgotada da viagem e da peregrinação pelos albergues do Rio (além de bêbada!).
No sábado, eu e o Gilson demos um pulo no Arpoador (porque eu amo aquele lugar!) e, como caiu o maior toró, ficamos num quiosque em Ipanema.

Arpoador
Então, sem querer, encontramos a Ana e sua prima Rafa, que se juntaram a nós na “águinha” de coco. Aí, minha amiga virtual de Fotolog (Hahaha, desde 2004?), a Bruna Tau, chegou. Caraca! Finalmente nos conhecemos!

Eu e a Bru
Caminhamos horrores (o suficiente pra eu ficar com os ombros vermelhíssimos do sol) até encontrarmos um lugar para almoçar e fomos para o Hostel Cultura Carioca, já que no Brother’s só tinha vaga para dois. Nos arrumamos e a Deds foi nos buscar para fazermos um tour pela Lapa. Eu só conhecia o Circo Voador e, dessa vez, pude conhecer o que é a Lapa de verdade — e amei!
Fomos todos para o Rio Scenarium, uma balada incrível, com show de samba (as Mulheres de Chico tocaram no dia), forró, chorinho e pop rock nacional. Apesar de cansativa, a fila foi master divertida — esperamos três horas para entrar na casa, mas demos muita risada.

Edu, eu, Ana, Deds e Gilson na fila do Rio Scenarium
A balada foi perfeita! Dançamos, bebemos e rimos até altas horas.
No domingo, o Gilson partiu pra visitar um amigo e eu fui visitar minha família na Barra da Tijuca.

E o Gilson me abandonou...
No fim do dia, fui com a Deds e com o Edu tomar umas caipirinhas (ai, de lichia, amo!) no Belmonte, no Flamengo.

Edu, eu e Deds botecando
Na segunda-feira, me encontrei com os dois de novo para um almocinho de despedida. No estilo de vida saudável carioca (que eu, paulista, invejo), comemos uma saladinha (delícia) no Gula-Gula.

No Gula-Gula
E chegou a hora de partir… Gentis como eles só, me levaram até o aeroporto — e ainda tiveram de encarar o maior trânsito no caminho!

Tchau pra Deds =(

Tchau pro Edu =(

E tchau pro Rio =(
A viagem foi incrível! Conheci pessoas maravilhosas e minha vontade de me mudar para o Rio voltou com toda a força. Agradeço a todos os meus “amigos virtuais” que se tornaram “reais” e, principalmente à Deds e ao Edu, que foram “guias turísticos” perfeitos e companhias agradabilíssimas! Obrigada, meus queridos! Todos vocês têm agora um lugarzinho só de vocês em meu coração… pra sempre!
Até breve!
“Em cada um de nós, há um pouco de todos nós”

















Gravamos algumas cenas na 

Na cidade de Joinville houve um concurso de redação na rede municipal de ensino. O título recomendado pela professora foi: ‘Dai pão a quem tem fome’. Incrível, mas o primeiro lugar foi conquistado por uma menina de apenas 14 anos de idade. E ela se inspirou exatamente na letra de nosso Hino Nacional para redigir um texto, que demonstra que os brasileiros verdes amarelos precisam perceber o verdadeiro sentido de patriotismo. Leiam o que escreveu essa jovem. É uma demonstração pura de amor à Pátria e uma lição a tantos brasileiros que já não sabem mais o que é este sentimento cívico.
Outro dado interessante é que, em nosso país, os livros campeões de venda costumam ser os de autoajuda (em sua maioria, do tema “relacionamentos”). Ou seja, as pessoas 
O evento, que acontece entre 1º e 31 de maio, tem tecnologia multimídia de última geração. Mistieri, uma das cinco regiões temáticas do parque, é invadida por todo mistério e magnetismo da história e da cultura Maia. Projeções gigantes, cerca de 35 metros de altura e com realismo impressionante, ganham as fachadas das atrações do parque. Deuses, templos, serpentes, pirâmides e símbolos deste povo que habitou a Península de Yucatán no México, por mais de 20 séculos, ganham vida por meio da altíssima tecnologia empregada na movimentação de imagens. Performances artísticas, trilha sonora e narração interagem com as figuras e levam o público a uma incrível viagem pelo tempo.
Para gerar as imagens que fazem parte das projeções, foi necessário o empenho de uma ampla equipe de VJs, designers, cineastas, editores, produtores e grupo focado no trabalho de pesquisa sobre o povo Maia. Tudo sob a tutela da Visual Farm, Centro de Desenvolvimento de Novas Linguagens Visuais.




