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A música Niño Sin Miedo é tão a minha cara que viciei. Imagine uma mistura de música latina com música árabe. Pronto. India Martínez, a cantora mais pop da Espanha, gravou com o cantor argelino Rachid Taha.

E ficou tudo lindo! :)

Em tempos como este, em que podemos ter opinião sobre tudo (e publicá-las pra todo mundo ver), será que não podemos mais ter gostos?
Eu falei uma vez e ofendi uma galerona, mas vou repetir (sem querer ofender de novo, por favor): não sinto a mínima atração por homem nerd (desculpa, muuuundo!). Não gosto de homem de bermuda, não gosto de homem de camiseta de banda nem de camiseta de personagens. Não sinto absolutamente nada por homem de cabelo comprido — e olha que meu primeiro namorado tinha o cabelo na cintura e todos os meninos pelos quais me apaixonei na escola também usavam cabelão (passou, gostos mudam — eu amava comer quiuí e hoje odeio). Também não sou muito chegada em homem loiro, prefiro um morenão peludão ou da cor do pecado.
Tudo isso é gosto pessoal. Não desmereço nenhum homem que se enquadra nessas características e não deixo de estar rodeada de homem assim. Aliás, todos os meus amigos são nerds, usam bermudas e camisetas de banda (e já dei uns beijos em vários deles — só não namoramos porque não combinamos mesmo), com exceção dos gays que se vestem melhor que todos. (Pareceu aquele famoso “não tenho nada contra, tenho até amigos que são”, mas vocês entenderam — ou não).
Em nenhum momento eu disse que nenhum homem deve usar bermuda, camiseta de banda e cabelo comprido. Em nenhum momento eu reprimi os homens que gostam dessas coisas. Não sou uma mulher opressora (rs), eu apenas tenho meus gostos e sinto atração por determinado estilo de homem. O que eu posso fazer, cazzo? Tenho amigas que só gostam dos barbudos (prefiro cara limpa), que só gostam dos roqueiros (acho uó), amigas que só gostam de menininho com cara de Pampers (gosto de velhotes) e amigas que (veja bem!) só gostam dos nerds.
Se eu e todas as minhas amigas temos o direito de gostar de um determinado tipo de homem, por que os homens não têm direito de gostar de um determinado tipo de mulher ou de não gostar de algo que elas usam?
Agora, outra coisa bem diferente é exigir que os homens não sejam do jeito que eu não gosto. Se eu conheço um nerd loiro cabeludo de bermuda e camiseta de banda, não vou obrigá-lo a mudar tudo e até a pintar o cabelo de preto. Provavelmente ele nem me chamaria a atenção para tanto.
O Felipe Neto não gosta de batom preto. Onde foi que ele disse que mulheres não podem usar batom preto? Ele só publicou que acha feio e que não consegue sentir atração por uma boca preta. E eu concordo plenamente com ele. Se eu beijasse mulheres, não beijaria uma boca preta. Acho horrível. Uma vez eu vi o AJ dos Backstreet Boys usando batom preto — foi a única vez que eu olhei pra ele e pensei “eca! Pra que isso?”. Eu sei que ninguém pediu a opinião dele! Mas também ninguém pediu a minha e estou aqui dando. Também sei que cada um usa o que quer — mas ninguém é obrigado a gostar do gosto dos outros, ué. E sei também que ninguém tá pedindo para que os outros gostem, já que cada um usa o que quer porque quer para si, pqp, vou parar antes que fique confuso.
Meu pai não gosta de unhas azuis, mas ele nunca disse que eu estou proibida de usar unhas azuis. Ele só diz que eu fico mais bonita de unhas vermelhas. Gosto pessoal. E eu pinto as unhas de azul desde criança. Meu ex não gostava dos meus 14 brincos nas orelhas porque não podia me dar uns chamego ao pé do ouvido que engolia tudo as tarraxinha — e eu tirei os 14 brincos. Aff, que machista opressor, não me deixava usar meus brinquinhos (considerando que quem gosta de beijocas na orelha sou eu e que quem sentia trilili cas barba negra roçando na minha orelha era eu).
Se o pobre rapaz (babaca, sim, mas não é disso que estou falando) diz que não gosta de um item feminino, ele é machista e opressor? Vamos com calma no exagero. Nossa sociedade é, sim, machista e opressora, vivemos num mundo merda em que as mulheres são desvalorizadas por tudo, mas… Calma. Machista e opressor o rapazinho pode até ser, mas não deixou transparecer isso em um tweet. Se ele não sente atração por uma boca preta e você gosta de usar a boca preta, ele não vai querer te pegar. E você não vai dar a mínima, porque provavelmente ele não faz seu estilo. Right?
Assim como eu não faço o estilo dos nerds, porque me preocupo demais com salto alto e maquiagem e não entendo bulhufas de nerdices. Ninguém olha pra ninguém que não gosta e continuamos todos seguindo, felizes. Vou olhar para os executivos-bem-sucedidos-Mr.-Big-style e quem gosta dos nerds cabeludos vai olhar para os nerds cabeludos. Bofes que gostam de balofinhas peruas como eu vão olhar para as balofinhas peruas como eu e, por fim, bofes que gostam de menina de batom preto vão olhar para as meninas de batom preto. E também se ninguém te olhar porque você vai me dizer que você não quer que ninguém te olhe, ótimo! Você também será feliz assim. :D
Vivaaaaa! \o/

Ambiguidades

Sempre vejo pessoas aqui reclamando quando mandamos um “mas” depois de concordar com algo. Agora, com o atentado à revista francesa, isso se agravou. Dizem que, se falamos “Sou contra a violência, mas…”, já estamos automaticamente concordando com a matança. Não, não, senhores.

Nelson Mandela que era NELSON MANDELA, o homem cabeça dura e persistente, que passou 27 anos na prisão e recusou a liberdade por diversas vezes, enquanto todo o seu povo não fosse liberto, vivia na ambiguidade. E isso é até tema de um capítulo inteiro do livro “Os Caminhos de Mandela“, de Richard Stengel. Consistência por si só é uma falsa virtude e a inconsistência não é automaticamente uma falha. Mandela sabia que os humanos são criaturas complexas e que as pessoas têm uma miríade de razões.

Faço questão de citar um trecho para melhor compreensão:

“Durante uma entrevista, perguntei a Mandela: você abraçou a luta armada porque julgou que a não violência nunca derrotaria o apartheid ou porque era a única maneira de evitar que o CNA se estilhaçasse? Estávamos trabalhando juntos havia aproximadamente um mês e ainda nos acostumando um ao outro. Nas primeiras semanas das nossas conversas, Mandela era completamente formal e respondia às minhas – às vezes embaraçosas – perguntas como se estivesse em uma coletiva de imprensa, proferindo respostas frias e previsíveis. Quando ficamos mais à vontade um com o outro, ele tratava minhas questões como um ponto de partida para contar histórias ou tratar de um assunto maior. Mas nessa época do nosso relacionamento acabamos em algum lugar no meio disso. Normalmente ele considerava uma questão por um instante e então olhava longe quando começava a dar a sua resposta. Dessa vez, contudo, encarou-me com um olhar que parecia combinar perplexidade com irritação.
E então disse: ‘Richard, por que não ambos?’.
Por que não ambos?
Várias vezes fiz perguntas nessa maneira binária. Era desse jeito ou daquele? A razão era A ou B? Sim ou não? Logo no começo percebi que isso o frustrava porque, para Mandela, a resposta é quase sempre ‘ambos’. Nunca é tão simples quanto ‘sim’ ou ‘não’. Ele sabe que a razão por trás de qualquer ação raramente é clara. Não há respostas simples para as perguntas mais difíceis. Todas as explicações podem ser verdadeiras. Todo problema tem várias causas, não apenas uma. É a forma como Nelson Mandela vê o mundo.”

E a melhor parte:

“Quando Mandela saiu da prisão, as pessoas pensavam que ele via o mundo em preto e branco. Afinal, tinha sacrificado a maior parte da sua vida adulta por um simples e claro ideal. Tinha a integridade do seu lado, assim como a Opinião Pública mundial. O apartheid tinha poucos – se é que tinha – defensores. Mas o velho de 71 anos que saiu da prisão revelou ser mais sutil do que as pessoas previam. Ele entendia o medo dos brancos e as frustrações dos negros, apreciava a influência do tribalismo e o poder do modernismo, percebia o apelo da nacionalização e a fascinação do mercado livre, entendia o amor dos bôeres e a aversão dos que lutavam pela liberdade pelo rúgbi. Quase sempre via ambos os lados de uma questão, e sua posição era encontrar algum caminho no meio, alguma maneira de reconciliar esses lados. Em parte, isso vinha de sua necessidade arraigada de persuadir e conquistar as pessoas, mas principalmente por ter uma visão não ideológica do mundo e um apreço pela teia intrincada das razões humanas”.

Daí, onde está o problema em ver os dois lados de cada situação? Não é preciso ser 100% A ou 100% B. Se colocar no lugar dos outros – isso se chama compaixão – nos faz compreender melhor as causas e as reações. Sim, vocês podem ser contra a violência e, sim, podem entender o que levou os terroristas a cometerem tal ato. Isso não faz de vocês menos humanos, ao contrário.

Quando o Oriente Médio vira pauta nas redes sociais, fica clara a ignorância do brasileiro em relação aos assuntos árabes. E o pior: o povo opina, se faz de especialista e enche o peito pra defender alguma babaquice que viu na Globo (emissora praticamente inimiga declarada do povo árabe). As pessoas aqui acham que ter compaixão pelo povo oriental é o mesmo que ser de esquerda, estar do lado da Dilma (porque a direita gosta mesmo é de IsraHELL). Acham que defender os árabes é defender o terrorismo (imagem obviamente imposta pela mídia ocidental, financiada pelo “inimigo”). Acham que tomar partido do povo árabe é defender as atrocidades cometidas por grupos extremistas que assassinam cristãos e proíbem as mulheres de sair de casa.


Essas são as mesmas pessoas que acharam lindos o fim do Apartheid e a queda do Muro de Berlim, mas cagam e andam para a prisão a céu aberto que é a Palestina – terra ocupada ilegalmente por um povo que tem milhões de vezes mais poder (mas que as pessoas acreditam que só está se defendendo – das pedradas dos árabes). Por quê? Porque não é financeiramente interessante. Porque elas aprenderam que lá só tem muçulmano e muçulmano não presta. É tudo gente do mal e terrorista.

Sinto informá-los mas essas pessoas estão bem enganadas. E uma coisa não tem nada a ver com a outra. Vejam só! Eu sou cristã, de direita, pró-Palestina e tenho horror à islamofobia (porque tenho plena consciência de que os grupos extremistas não representam o Islã). Eu abomino todo e qualquer tipo de terror e violência – e denegrir os árabes é violência também. Parem de ir no embalo de hashtags da moda e entendam o contexto, entendam a história. Parem de acreditar em tudo que a Globo conta pra vocês porque na maior parte das vezes os fatos são distorcidos em prol da santificação do ocidente.

Menos arrogância, mais compaixão, por favor.

Ponto de foco

“Mulher pode vestir o que quiser”. Pode, sim, ué. Mas não é preciso ser homem, machista ou violento pra olhar. Eu sou mulher, heterossexual, gosto de homem e não consigo não olhar para um decote absurdo ou uma saia que parece um cinto. Vira o ponto de foco, sabe? Quando um peitão de fora chega perto de mim, meus olhos descem automaticamente. Não é desejo – de jeito algum! Tô de boa, obrigada, gosto de outra coisa -, não é inveja – tenho bastante, tô satisfeita -, eu olho simplesmente porque chama a minha atenção (e isso acontece com um homem seminu também, como não?). Sendo assim, como eu não gosto mais (já usei muito decote na adolescência) que ninguém olhe para nenhuma parte específica do meu corpo, eu me cubro. Prefiro dessa maneira. Prefiro que olhem para os meus olhos, para o meu sorriso, porque tenho muito mais a oferecer com eles.
Aí, ontem na night, a menina tava com uma microssaia ultra colada que mostrava até a polpa da bunda – e virou a atração da noite. Todos, absolutamente todos os homens olhavam. As mulheres também, mas disfarçadamente. As pessoas usam essas roupas não porque estão sufocando de calor, mas porque querem chamar a atenção de alguma maneira. Nem estava calor ontem. Se eu tiver com calor eu coloco um vestidinho, uma regata, sei lá… Não vou usar algo justo pra me sufocar mais ainda. Tudo bem que ela poderia ter se vestido para ela, que ela estivesse se sentindo muito bem com aquela roupa, mas não dá pra negar que chama a atenção. E vamos parar de ser hipócritas, vai. Ninguém se sente bem numa roupa que mal dá pra andar. Se é porque ela se acha gostosa, ótimo, que se ache gostosa pra si – não é preciso mostrar pra todo mundo que é gostosa, pedindo aprovação. As pessoas reclamam que as outras postam selfie pra massagear o ego, mas mostrar a bunda na balada não é a mesma coisa? Se ela não quisesse que o foco dos olhares fosse para as coxas de fora, ela as cobriria. “Ai, esses homens não param de olhar para os meus seios”. Amiga, se você não quer que olhem para os seus peitos, não use um decote até o umbigo.

(Já sei que vai chover mulher me chamando de machista. Não vejo machismo nenhum aqui. Estou falando de moda, ponto de foco e autoestima. Tanto em homem quanto em mulher. Mas às que me criticam eu pergunto: vocês não olham?)

“Ai, ela gosta de polemizar”.

Não, não gosto de polemizar, mas acredito que devemos lutar pelo que acreditamos, sim. E hoje (última vez que falo sobre isso), quero me posicionar em relação à minha postagem no dia do primeiro turno das eleições, que privei, posteriormente, para “somente eu” porque fiquei cansada de responder ao debate eterno que rolou nos comentários. Tem dia que eu não tenho tempo nem disposição pra rebater cada comentário, aí prefiro esconder o post. Naquele domingo eu estava ocupada com um trabalho voluntário e não podia ficar olhando o Facebook.

“Deus deu o livre-arbítrio, voto em quem eu quiser”, “não misture religião com política” e “sou católico e voto na Dilma, sim” foram as respostas mais comuns contra o meu post. Então quero explicar porque eu disse, resumidamente, que católico não vota no PT e peço, encarecidamente, que você comente apenas se ler TUDO que eu escrevi. Não comente sem ler porque serei obrigada a repetir o que está escrito aqui e isso é cansativo para todos.

Como todo mundo deve saber, sou católica. Não tenho vergonha nenhuma de repetir o quanto a minha religião me faz bem. E não gosto de ser católica morna, como já fui há muito tempo.

“Conheço as tuas obras: não és nem frio nem quente. Oxalá fosses frio ou quente! Mas, como és morno, nem frio nem quente, vou vomitar-te.” (Apocalipse 3, 15-16)

Desde que descobri a importância do Catolicismo na minha vida, procuro me envolver em tudo o que diz respeito à minha Igreja porque sei que este é o meu dever. Segundo o Papa Francisco, “todos os cristãos têm o dever de transmitir a fé com coragem”. “Quando a Igreja perde a coragem, entra na Igreja uma atmosfera morna. Os cristãos mornos, sem coragem… Isso prejudica a Igreja”, disse. Se você se diz católico mas não concorda com os dogmas da Igreja, não seja católico.

“Não misture as coisas”?

Aos que me mandaram não misturar política com religião, gostaria que soubessem que o Papa Francisco diz que “o envolvimento na política é obrigação do cristão”. Atuar na política, diz Papa Francisco, é uma das formas mais altas de caridade. Francisco questionou ainda as razões pelas quais ela está “suja”: “está suja por quê? Por que os cristãos não se envolveram nela com espírito evangélico?”. Para o Pontífice, o fiel não pode se fazer de Pilatos e lavar as mãos. “É fácil colocar a culpa nos outros, mas e eu, o que faço?”, perguntou Francisco ao grupo de estudantes do Colégio Jesuíta da Itália, durante um encontro em 7 de junho, no Vaticano.

Papa

Socialismo/comunismo versus fé cristã

Há algum tempo tenho lido centenas de textos e ouvido sacerdotes sobre a posição da Igreja em relação à política. A Igreja repudia veemente o socialismo e o comunismo. Eu não sabia – e muitos amigos católicos não sabem, por isso, agora que sei, gostaria de informá-los: a Igreja excomunga quem compactua com essas ideologias.  Essa proibição não se deve a uma visão capitalista ou liberalista econômica da Igreja, mas a uma simples visão de esses sistemas são incompatíveis com a fé. O socialismo é COMPLETAMENTE INCOMPATÍVEL com o cristianismo.

De onde vem a proibição de votar ou promover os partidos socialistas/comunistas?

Desde as primeiras expressões públicas da visão comunista/socialista, a condenação foi feita insistentemente pela Igreja, pois, como está amplamente documentado, esta ideologia mostra-se estruturalmente e historicamente anti-cristã, já que parte do pressuposto que a Igreja é instrumento de opressão contra o proletariado. Segundo Marx, “a religião é o ópio do povo ” e por isso, deve ser destruída em nome de um ideal igualitário.

“O comunismo começa onde começa o ateísmo.” Karl MARX (Fulton J. Sheen, Communism and the Conscience of the West)

“O comunismo, porém, abole as verdades eternas, abole a religião e a moral.” Karl MARX (Manifesto Comunista)

“Devemos combater a religião. Isto é o a-b-c de todo o materialismo e, portanto, do marxismo”. Vladimir LENIN (Sur le rapport du parti ouvrier à la religion)

“Não é à toa que grande parte parte das vítimas dos regimes socialistas é composta por cristãos, das mais diversas denominações. Por isso, ao aparecer aos Pastorinhos de Fátima, Nossa Senhora revelou o seu temor de que a Rússia espelhasse os seus erros pelo mundo. Ora, só uma mula não sabe o que isso significava: a Virgem pedia orações para que a ideologia demoníaca do comunismo não se espalhasse para outras nações, o que de fato veio a ocorrer” (http://ocatequista.com.br/archives/7201)

Ninguém pode, portanto, manter comunhão com a Igreja de Cristo e professar ao mesmo tempo uma ideologia contraria ao credo, ou seja, as duas ideologias são auto-exclusivas e não existe tentativa de conciliação possível. Por isso, todos que aderem a ideologia marxista incorrem em excomunhão latae sententiae, pois escolheram por deliberada vontade se opor à Igreja Católica.

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Veja algumas citações dos papas:

“Não ajudar o socialismo – 34. Tomai ademais sumo cuidado para que os filhos da Igreja Católica não dêem seu nome nem façam favor nenhum a essa detestável seita” – Leão XIII

“Se [Cristo] chamou junto de si, para os consolar, os aflitos e os sofredores, não foi para lhes pregar o anseio de uma igualdade quimérica” – São Pio X

“O socialismo, quer se considere como doutrina, quer como fato histórico, ou como ‘ação’, se é verdadeiro socialismo, mesmo depois de se aproximar da verdade e da justiça nos pontos sobreditos, não pode conciliar-se com a doutrina católica, pois concebe a sociedade de modo completamente avesso a verdade cristã.” – Pio XI

“Pois bem, os irmãos não nascem nem permanecem todos iguais: uns são fortes, outros débeis; uns inteligentes, outros incapazes; talvez algum seja anormal, e também pode acontecer que se torne indigno. É pois inevitável uma certa desigualdade material, intelectual, moral, numa mesma família (…) Pretender a igualdade absoluta de todos seria o mesmo que pretender idênticas funções a membros diversos do mesmo organismo” – Pio XII

“Na Rerum Novarum, Leão XIII com diversos argumentos, insistia fortemente, contra o socialismo de seu tempo, no caráter natural do direito de propriedade privada. Este direito, fundamental para a autonomia e desenvolvimento da pessoa, foi sempre defendido pela Igreja ate nossos dias” – São João Paulo II

“Uma vergonha dos nossos tempos, regimes comunistas que assumiram o poder em nome da libertação são uma das desgraças do nosso tempo” –  Bento XVI

Está no Catecismo Católico (olha aí no site do Vaticano).

§2425: A Igreja rejeitou as ideologias totalitárias e ateias, associadas, nos tempos modernos, ao «comunismo» ou ao «socialismo». Por outro lado, recusou, na prática do «capitalismo», o individualismo e o primado absoluto da lei do mercado sobre o trabalho humano (167). Regular a economia só pela planificação centralizada perverte a base dos laços sociais: regulá-la só pela lei do mercado é faltar à justiça social, «porque há numerosas necessidades humanas que não podem ser satisfeitas pelo mercado» (168). É necessário preconizar uma regulação racional do mercado e das iniciativas econômicas, segundo uma justa hierarquia dos valores e tendo em vista o bem comum.

Portanto, uma pessoa que segue e professa doutrina comunista é APÓSTATA (apostasia é o abandono da fé católica) e está, SIM, automaticamente excomungada. Essa pena de excomunhão por apostasia ainda vigora na Igreja, como o Padre Paulo Ricardo explica neste vídeo:

Sendo assim,

SIM, a pessoa é automaticamente excomungada se, mesmo depois de ter sido devidamente alertada sobre a doutrina da Igreja, teima em aprovar o comunismo/socialismo e dá apoio a candidatos socialistas, inclusive com seu voto. Essa pessoa é comunista e, portanto, apóstata.

NÃO, a pessoa não peca de modo algum nem é excomungada se rejeita sinceramente o socialismo, mas vota em socialistas quando não há opção.

NÃO, a pessoa não peca nem é excomungada se, por desconhecer os males do socialismo e a doutrina da Igreja acerca disso, vota e apoia socialistas.

Mas e o “dai a César o que é de César e a Deus o que é Deus”?

A legítima separação entre Igreja e Estado, instituída por Cristo quando disse “dai a Cesar o que é de Cesar e a Deus o que é Deus”, não significa de maneira alguma que a moral oriunda da lei natural possa ser relativizada no campo político. E cabe aos cristãos impedir qualquer tentativa que caminhe neste sentido. Um documento da Congregação para Doutrina da Fé, assinado pelo então Cardeal Joseph Ratzinger em 2002, sobre a atuação dos leigos católicos na política ensina precisamente isso:“não pode haver, na sua vida, dois caminhos paralelos: de um lado, a chamada vida espiritual, com os seus valores e exigências, e, do outro, a chamada vida secular, ou seja, a vida de família, de trabalho, das relações sociais, do empenho político e da cultura”.

É muito comum as pessoas não levarem em consideração o partido político em que estão votando, observando na sua frente apenas o candidato. Acontece que todo partido deve, por definição, abraçar uma proposta ideológica. Está no Estatuto do Partido dos Trabalhadores: Art. 1º. O Partido dos Trabalhadores (PT) é uma associação voluntária de cidadãos e cidadãs que se propõem a lutar por democracia, pluralidade, solidariedade, transformações políticas, sociais, institucionais, econômicas, jurídicas e culturais, destinadas a eliminar a exploração, a dominação, a opressão, a desigualdade, a injustiça e a miséria, com o objetivo de construir o socialismo democrático

O que ocorre se o político contrariar uma resolução do Partido? Em tal caso, ele “será passível de punição, que poderá ir da simples advertência até o desligamento do Partido com renúncia obrigatória ao mandato” (Estatuto do PT, art. 128, §2º).

“Se um candidato…escolheu um partido que tem posições contrárias à defesa da vida, desde a sua concepção até à morte natural, e vincula e obriga os seus membros a esta posição, seria imoral para o cristão fazer tal opção política. Risquem da sua lista os Partidos contrários à vida e que defendem tudo aquilo que pode ferir a dignidade da pessoa humana. Quando votamos num candidato estamos automaticamente apoiando o seu Partido.” (Dom Edmilson Amador Caetano, O.Cist., Bispo de Guarulhos-SP – Folha Diocesana de Guarulhos, n° 212, julho de 2014).

Nota: “Site petista-dilmista propõe luta contra a Igreja Católica, como Chávez fez na Venezuela”. Um site petista-dilmista chamado “PT 20 anos no poder” está propondo uma mobilização contra a Igreja Católica. E dá a receita: “Precisamos salvar o Brasil do atraso, e fazer a defesa enfática de um Estado laico, que só será possível com a eleição de Dilma Rousseff. A Igreja é que deve se submeter ao Estado, e não o contrário. Este caminho já foi traçado pelo companheiro Hugo Chávez na Venezuela: depois de sofrer uma campanha sórdida como a que estamos sofrendo agora, decretou a laicidade do Estado, e agora é o governo venezuelano que controla sua própria Igreja.” (Fonte: Veja | PT 20 anos no poder

Quais são os partidos que se destacam nas indicações dadas? Todo e qualquer partido que se declare publicamente como socialista, comunista, marxista, esquerdista ou que faça parceria com os mesmos, dentre os principais destaca-se: o Partido dos Tralhadores – PT (13), Partido Socialista Brasileiro – PSB  (40), Partido Progressista (que aliou-se ao PT recentemente) – PP (11) e o Partido Comunista do Brasil – PCdoB (65).

“Já dissemos aqui, em outras oportunidades, que CATÓLICO QUE VOTA EM COMUNISTA TÁ EXCOMUNGADO (quando conhece o ensinamento da Igreja sobre isso e ainda assim se recusa a aceitá-lo). Só que, parece, muitos católicos brasileiros vivem em um permanente surto psicótico. Na verdade, tudo por aqui parece ser uma questão de opinião. Só que o “Decreto Contra o Comunismo” não é mera opinião. É A DETERMINAÇÃO DE UM SUCESSOR DE PEDRO, confirmada por outro. E os papas que se seguiram – Paulo VI, João Paulo II e Bento XVI – mantiveram o conteúdo deste documento. Se, ao tomar conhecimento desse decreto, um católico persiste em seu “sonho socialista”, o que acontece nesse caso? Ora, entra em cena a malandragem brasileira! Só pode! As pessoas acham que o voto secreto é secreto para Deus também. Ora, pipocas!” (http://ocatequista.com.br/archives/7605)

Sendo assim, todos devem iniciar sua análise não pela propaganda, mas por aquilo que cada um defende, pratica, promove e se associa. Eu pratico o cristianismo. Não voto no PT. Se você, católico, não se importa com a liberalização do aborto, vote Dilma. Se não se importa com o apoio às ditaduras comunistas que perseguem a Igreja, que matam cristãos, vote Dilma. Se você, católico, não se importa com o reconhecimento ao ISIS, grupo terrorista muçulmano que decapitou cristãos no Iraque, vote Dilma. Agora, se você se importa com tudo isso, vote contra – vote Aécio 45.

E quem não estiver de acordo com a religião Católica, faça como Martin Lutero, monte sua igrejola. :)

Ah é! O futebol! Detesto futebol. Hehe

Mais links:

Promoção: torne-se comunista e ganhe uma excomunhão! 

Combate ao comunismo no pontificado de João Paulo II 

O Papa João Paulo II e a queda do comunismo

CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL – ELEIÇÕES 2014 

Porque um cristão não pode votar no PT 

Católicos e eleições: vote em seu Malvado Favorito

Uma bibliografia para o cristão entender o que é Comunismo e se proteger dele 

Católico socialista é igual a judeu nazista

 

Evento beneficiará a organização Médicos Sem Fronteiras e movimentará toda a rede de restaurantes em prol da causa

O Outback Steakhouse realizará no dia 8 de outubro o Bloomin’ Day, data especial em que a renda líquida arrecadada com as vendas da tradicional cebola gigante e dourada da casa, a Bloomin’ Onion®, é doada para uma organização não governamental e sem fins lucrativos e que apoiem causas relevantes para a comunidade. Em sua 9ª edição, a ação social, mais uma vez, beneficiará Médicos Sem Fronteiras (MSF), organização humanitária internacional independente e comprometida em levar ajuda às pessoas que mais precisam sem discriminação de raça, religião ou convicções políticas.

Para que seus clientes possam demonstrar apoio à causa, o Outback incentivará o envio de mensagens especiais, destinadas aos profissionais que fazem parte da organização. As mensagens poderão ser compartilhadas nas redes sociais com a hashtag #BloominDay. Após o evento, a rede de restaurantes enviará a MSF um livro reunindo uma seleção das melhores mensagens e imagens.

A organização Médicos Sem Fronteiras atua em situações de conflitos armados, epidemias, catástrofes naturais, desnutrição e exclusão do acesso à saúde. Em contextos que envolvem conflitos, as equipes levam assistência médica às pessoas mais vulneráveis, independentemente do lado do embate em que estejam. Nas emergências causadas por desastres naturais, quando as estruturas de saúde são atingidas ou ficam sobrecarregadas, profissionais são rapidamente enviados ao local da catástrofe. Em 1999 a MSF recebeu o premio Nobel da Paz, selecionada “em reconhecimento ao trabalho humanitário pioneiro em diversos continentes”.

“Esse tipo de parceria que nós selamos com o Outback é muito importante para Médicos Sem Fronteiras. Além do dinheiro arrecadado, fundamental para a manutenção dos nossos projetos, essa iniciativa nos permite levar informações sobre os contextos nos quais atuamos para os colaboradores do Outback e para os consumidores”, diz Susana de Deus, diretora-geral de Médicos Sem Fronteiras Brasil.

A ação acontecerá em todas as unidades brasileiras da rede. “Essa será uma data muito especial, pois teremos a oportunidade de unirmos esforços para uma causa tão importante e ética como a da organização Médicos Sem Fronteiras. Temos certeza que a comunidade, assim como a família Outback, abraçará esse projeto e fará desse evento um grande sucesso”, afirma Atila Noronha, COO do Outback Brasil.

 

Sobre o Outback Steakhouse

A rede Outback Steakhouse possui 61 restaurantes no Brasil, está presente em 28 cidades, 12 Estados brasileiros e Distrito Federal. No mundo está em 22 países entre Europa, Américas, Ásia e Oceania. O primeiro restaurante no país foi inaugurado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, em 1997. Com seus cortes de carne especiais e aperitivos icônicos como a Bloomin’ Onion®, o Outback caiu no gosto do brasileiro graças à qualidade, fartura e sabor marcante da culinária oferecida somados à descontração no atendimento e às instalações aconchegantes.

 

Sobre Médicos sem Fronteiras

Médicos Sem Fronteiras (MSF) é uma organização humanitária internacional que leva ajuda médica de emergência a vítimas de conflitos armados, epidemias, desastres naturais e exclusão do acesso à saúde. Criada em 1971 por médicos e jornalistas, a organização também tem o compromisso de denunciar o sofrimento das pessoas que atende e os obstáculos encontrados na tentativa de oferecer ajuda. Em 1999, recebeu o prêmio Nobel da Paz. Médicos Sem Fronteiras tem hoje escritórios em 28 países, incluindo o Brasil, e projetos de ajuda médica em cerca de 70 países.

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